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A categoria do ensino setor privado do Mato Grosso do Sul está em articulação pela Campanha Salarial 2026. Em Assembleia que aconteceu em dezembro de 2025, na sede do sindicato, a categoria definiu as prioridades e desta forma, em conjunto, os trabalhadores elaboraram a Minuta de Reivindicações para a Convenção Coletiva de Trabalho 2026/2027. O presidente do sindicato, professor Ricardo Fróes, destaca que o próximo passo é negociar as solicitações dos trabalhadores em mesas com as entidades patronais. "Nosso maior objetivo é atender à demanda da categoria, para que seja inserido o máximo de reivindicações no novo instrumento normativo", explica. Sobre o reajuste salarial, os trabalhadores solicitam 100% do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) mais 3% de ganho real. O presidente do Sintrae-MS avalia que é possível. "Nos últimos anos, tem sido lastimável confrontar o salário dos trabalhadores se compararmos com os reajustes das mensalidades escolares. Nunca aceitamos perdas salariais, sempre negociamos a partir da inflação do período, mas se confrontado com os reajustes nas mensalidades constatamos que as empresas de ensino têm altos lucros, mas repassam muito abaixo da sua realidade aos seus empregados. A média de reajustes escolares é de 10%, mas as empresas querem repassar apenas a inflação do período que não chega a 5%. Por isso, neste ano, a categoria está firme em reivindicar um aumento salarial com ganho real, ou seja, acima da inflação", critica Fróes. Além da questão salarial, entre as solicitações da categoria, destaca-se: |
Fortalecimento "Os trabalhadores presentes apontaram a importância de manter o sindicato fortalecido para que o mesmo esteja apto a manter a defesa da categoria, desta forma, mais uma vez, em gesto de união, aprovaram a contribuição para ser efetuada somente uma vez ao ano e após as negociações salariais", explica o presidente. O Sintrae-MS destaca que a Contribuição ocorre uma única vez ao ano, é prevista pela atual legislação brasileira com o objetivo de cobrir os gastos da Campanha Salarial, bem como fortalecer a instituição sindical. A negativa deste recurso enfraquece o sindicato e consequentemente os trabalhadores. "Mesmo sabendo da importância em contribuir, caso o trabalhador opte em enfraquecer o sindicato, terá o direito de se opor em prazo que será estabelecido somente após o fim das negociações. Se o trabalhador enviar a carta antes ou depois do prazo que será estabelecido o pedido será indeferido", explica o presidente. Fonte Assessoria de Imprensa Sintrae-MS |
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